Esta é uma viagem que faço todo mês à trabalho. Existem dois caminhos básicos. Um passando por Leopoldina, Laranjal, Muriaé, Itaperuna, Campos de 330km e o descrito abaixo que é mais curto, com 300 km.

Saí de Juiz de Fora às 5:45 da manhã do dia 17 de Outubro de 2008 com destino a Campos dos Goitacazes.
Segui pela BR-267 sentido Leopoldina, passando por Bicas, Guarará, Maripá de Minas, Argirita e Tebas. A estrada se encontra em boas condições, sendo que próximo a Argirita há um desvio, devido ao reparo que estão fazendo em uma ponte danificada por uma pedra que caiu de um caminhão a mais de ano. Pode-se observar pequenos buracos isolados no trajeto. Saí com o tempo bom de JF, porém a chuva me surpreendeu no meio do caminho. Tive que parar para colocar a capa de chuva e ensacar a bolsa com as minhas roupas.
Em seguida cheguei à BR-116 na qual segui no sentido Rio-Salvador, passando por Leopoldina e Laranjal. Estrada em ótimas condições, mas trânsito um pouco pesado. Em Laranjal tive acesso à MG-285. Esta estrada é mal sinalizada, não possui faixas na pista, asfalto áspero e irregular, mas não possui buracos. Ela permanece desta forma até a cidade de Palma, ainda em Minas. Após Palma a estrada é bem sinalizada e de excelente qualidade tanto na parte minas quanto na parte Rio.
Poucos quilômetros e já estamos no estado do Rio, onde a estrada passa a se chamar RJ-200, cujo destino passa a ser a cidade de Miracema. Em seguida, segui pela RJ-116 com destino a Santo Antônio de Pádua, onde o Léo, um amigo de trabalho me espera com o seu trator, uma XT-660R, para irmos para Campos.
Estava na net conversando com o Leandro, quando o mesmo perguntou-me quando seria a próxima viagem. Após verificar a agenda(que anda muito cheia) definimos a data, 11/10/2008. Após tal definição restava-nos escolher o destino. O Leandro possui uma ybr 125 e por isto deveríamos definir um local próximo a Juiz de Fora. Após algumas sugestões optamos por Tiradentes, que dista aproximadamente 150 km.
Uma semana antes, chamamos mais algumas pessoas para nos acompanharem na viagem, dos quais o Pablo com sua CG 150 e o Carlos com uma Bandit 650 aceitam o convite.

Faltando poucos dias da viagem coloquei no orkut que íamos fazê-la a fim de descobrir se mais alguém se interessava. Funcionou, pois a dupla dinâmica Fernanda Loura e Fernanda Morena resolveram ir conosco de carona.
Tudo acertado, saí do centro de carro com as duas Fernandas e fomos para Benfica, onde seria o ponto de encontro para a saída. Chegando lá, troquei o carro pela moto e encontramos com os outros companheiros de viagem. Registramos o momento com algumas fotos e seguimos em direção a BR-040. Saída efetiva, 09:30
Estava eu na net, em plena segunda-feria(01/09/08), sem nada para fazer, quando o amigo motociclista Douglas faz o convite de fazer uma viagem de um dia, um bate-e-volta em plena quarta-feira(03/09/08[3.4]). Ele estava de férias, ou seja um a toa. Eu estava de folga, ou seja, outro a toa.
Em suma: dois a toas + duas motocicletas + vontade de comer truta = viagem para Mauá.
Na terça-feira troquei o óleo e pastilha do freio dianteiro da NX4 Falcon e o Douglas trocou o pneu(traseiro, eu acho) da XTZ Lander.
Quinta, às 06:00 da manhã, já estava eu no local marcado para a saída. Assim que o Douglas chegou, partimos de Juiz de Fora em direção a BR-040 a fim de pegar em seguinda a BR-267, também conhecida como Vital-Brasil, que liga Juiz de Fora ao Circuito das Águas(Caxambú, Lambari, Cambuquira e São Lourenço).
Seguíamos pela estrada quando de repente apareceu uma neblina que diminuia muito a visibilidade. Mas o problema maior era a umidade e o frio que a mesma trazia consigo. Mesmo com luva impermeável, meus dedos pareciam congelar, devido ao frio. Na altura do peito foi tranquilo, pois eu usava segunda-pele(x-thermo), jaqueta de couro e capa de chuva. Já nas pernas, tive problemas, principalmente nos joelhos, que ficaram molhados, pois estava com a segunda pele e calça jeans. O Douglas seguia na frente e como ele não parou, não quis dar o braço a torcer e parar para por a calça de chuva, bem como esquentar um pouco as mãos. Seguimos assim até pararmos em um posto de gasolina para tomar café, próximo a Bom Jardim de Minas, cujo queijo-quente é muito bom. Neste momento o Douglas disse que queria ter parado antes pois também estava congelando. Aí eu disse que só não parei porque ele não parou. Ninguém quis dar o braço a torcer...
Não estava muito bem psicologicamente, quando o amigo Leandro me convidou para ir para Ibitipoca de motocicleta, passar o último final de semana de agosto(mês do desgosto) de 2008.

Convite aceito, combinamos de sair às 7 da manhã do sábado. Preparei pouca roupa, afinal era somente um final de semana. Na hora marcado passo na casa do Leandro, que estava terminando de arrumar a mala. Passamos no posto, abastecemos e seguimos pela BR-040 em direção a BR-267 que liga Juiz de Fora a Lima Duarte, cidade localizada no pé da Serra de Ibitipoca.
Rodamos 50 quilômetros em estrada de asfalto até Lima Duarte, cidade a qual pararíamos para tomar um guaraná. Este trajeto é um velho conhecido, pois em maio passei por ele a caminho de Circuito das Águas. Esta estrada me trouxe ótimas recordações e ao mesmo tempo um sentimento de perda, ausência.
Chegando em Lima Duarte, estacionamos em lugar proibido e logo os guardinhas chegaram aloprando. Rapidamente removemos as motos para um lugar mais apropriado.
Após tomar o guaraná subimos a serra. De Lima Duarte até o Arraial de Conceição de Ibitipoca foram 30 km de estrada de terra, poeirão danado e o Leandro demonstrando toda sua habilidade neste tipo de terreno, pilotando sua YBR. Comi poeira, ao pé da letra...
Quando estávamos a subir um dos últimos morros, o Leandro se descuidou e perdeu aceleração e a moto mórréu. Ficou um bom tempo tentando fazê-la subir, mas com seus 90 e poucos quilos ficou difícil de arrancar no meio deste morro.
A partir de 1º de agosto de 2009, todos os veículos novos fabricados no Brasil ou importados deverão ser obrigatoriamente equipados com um dispositivo antifurto que permita o bloqueio e o rastreamento da máquina motorizada.

Esta é a determinação feita pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito) por intermédio da Resolução 245 tem sido um motivo de preocupação para o setor de motos.
Para o carro é fácil instalar, mas para as motocicletas é um pouco mais complicado, haja vista que ao contrário dos carros, os veículos de duas rodas não têm uma área protegida contra o sol, poeira, chuva, entre outros, gerando um alto estudo para adequar o setor à lei.
Veículos sem o dispositivo não poderão ser licenciados.
No Art. 4º diz que "Caberá ao proprietário do veículo decidir sobre a habilitação do equipamento junto aos prestadores de serviço de rastreamento e localização, definindo o tipo e a abrangência do mesmo."
Fica subtentido que pagaremos mais pelos veículos, pois virá com um equipamento obrigatório a mais e que o proprietário pode optar por habilitar ou não o equipamento junto a uma empresa de rastreamento.
A partir de Janeiro de 2009, entra em vigor, para o segmento motociclístico, a terceira fase do Promot, nova lei de emissões de gases poluentes que é considerada um marco importante para o setor.
Com isto, o ano de 2008 será um divisor de águas para o segmento, principalmente no quesito injeção eletrônica, que consegue trazer melhorias quanto a poluição e economia de combustível.
A pergunta que me faço é se a Honda irá lançar a NX400 Falcon com injeção ou se a Yamaha, Suzuki e demais irão lançar uma 400 com injeção e preço acessível.
O Promot 3, vem para mostrar a conscientização do brasileiro para com as questões ambientais e está contribuindo para a melhoria da qualidade dos nossos produtos, afinal as motos terão que atender aos valores de emissão do Promot 3.
A diferença em relação a anterior foi enorme. Ela possui uma cor alaranjada quando refletida nos retrovisores, o que facilita a identificação por outros veículos de que se trata de uma moto. Ela também possui um foco excelente e alcance de 20 a 30 metros a mais com a cor branca.
A viagem foi super tranquila, pois a noite parecia dia...
A Lâmpada tem um custo de 42 a 55 reais(Paguei 48 em Juiz de Fora - MG). É, eu sei que é mais cara que as comuns, mas também é bem mais barata que um farol de xenon e faz o serviço direitinho. (Não estou dizendo que é melhor que xenon, é apenas uma comparação custo/benefício).
Vale lembrar que para motos até 250cc, existe a Motovision de 35/35W.
Recomendo. Lâmpada para moto Philips Motovision. O processo para tirar o passorporte é bem simples:
1) Entre no site Polícia Federal e preencha a Guia de Recolhimento da União(GRU) - Em Juiz de Fora, R$89,71 - No Rio acho que fica em torno de cento e cinquenta reais. Você deverá preencher um dos campos com a unidade da Polícia Federal que irá entregar os documentos.
2) Pague a GRU (oooohhhhh), de preferência em um banco, o qual você saiba o número do banco e da agência, pois precisará dos mesmos para preencher a requerimento.
3) Volte no site da Polícia Federal e preencha o requerimento on-line, gerando o arquivo pdf ao final da página e em seguida imprima-o.
4) Junte ao requerimento impresso os originais do CPF, RG(identidade), Título de Eleitor com os dois últimos comprovantes de votação, Certidão de Nascimento e duas fotos 5x7 datadas com menos de 6 meses. Caso não tenha os comprovantes da última eleição, tire uma certidão negativa no site do Tribunal Superior Eleitoral.
5) Para terminar, compareça a unidade da Polícia Federal mais próxima levando os documentos supracitados.
Fiz o meu hoje, ficará pronto em 7 dias.
19 de junho de 2008: Brasil ganha hoje lei de tolerância zero ao álcool.
Quem tomar qualquer dose de bebida alcoólica pode ser multado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou ontem projeto que estabelece a tolerância zero no consumo de álcool para os motoristas.
A lei valerá em todo o território nacional, ou seja, incluirá estradas federais, estaduais e até mesmo as ruas das cidades.
A atual legislação tolerava até seis decigramas de álcool por litro de sangue do condutor, o equivalente a dois copos de cerveja. A partir de agora, dirigir sob a influência de qualquer quantidade de álcool será uma infração gravíssima, punida com multa de R$ 957 e suspensão do direito de conduzir por um ano.
A nova lei resulta de um projeto de conversão da Medida Provisória (MP) 415. Em vigor desde janeiro, a medida proibia estabelecimentos localizados em rodovias federais (BRs) de vender bebidas alcoólicas. Com a sanção, a proibição fica mantida apenas para estabelecimentos localizados fora dos trechos urbanos das BRs.
O texto, que ainda pode ter trechos vetados pelo presidente, determina ainda prisão em flagrante para o motorista que provocar acidente com vítima estando alcoolizado, participando de racha, conduzindo veículo em acostamento ou na contramão, ou ainda em velocidade superior à máxima permitida para a via em 50 km/h. Nessas situações, o caso não será enviado a juizado especial, e o condutor perderá o direito ao pagamento de fiança.
A lei pode igualar o Brasil a países como Malásia, Hungria e Arábia Saudita, que não têm tolerância ao álcool em suas estradas.
A decisão de endurecer a lei contra a bebida partiu de um projeto protocolado ainda em dezembro pela Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro, hoje presidida pelo deputado gaúcho Beto Albuquerque (PSB).